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10 Principais Indicadores da Cadeia de Suprimentos

Confira os conteúdos que separamos para você, desejamos uma boa leitura!

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Se você acompanha nossos conteúdos já deve saber que a gestão correta da Cadeia de Suprimentos é extremamente importante. Através dela é possível garantir a redução nos custos operacionais, já que evita diversos problemas como:

  • Ruptura e excessos de estoque;
  • Mau gerenciamento do tempo;
  • Desequilíbrio financeiro. 

O funcionamento do Supply Chain é pautado em dados e indicadores para assim gerar as informações necessárias, e garantir a assertividade na tomada de decisão.

Dentre os inúmeros indicadores que existem, há os que são mais expressivos e necessitam maior atenção para produzir uma avaliação correta acerca dos processos pertencentes a Cadeia de Suprimentos. 

Acompanhe nosso artigo e conheça esses indicadores, que precisam ser mensurados para manter os processos da Cadeia de Suprimentos muito mais assertivos e seguros. Confira!

Conheça os principais Indicadores da Cadeia de Suprimentos

É por meio dos indicadores que conseguimos entender e validar o desempenho de processos, durante determinado período, para que a partir dessas informações extraídas, ações mais assertivas possam ser tomadas.

Abaixo listaremos quais são esses principais indicadores e como eles influenciam na elaboração dos dados, simplificando seu conceito para você entender como se aplicam na prática. 

1. Giro de Estoque

Representa o critério utilizado na avaliação de desempenho do estoque de uma empresa. Sua função é identificar o número de vezes que o estoque de determinado “item” precisou de reposição conforme as vendas realizadas dentro de um prazo previamente definido.

Por meio desse indicador, é possível observar formas de dinamizar o tempo de armazenamento dos produtos.

Para a indústria, isso permite maior domínio sob o controle de produção. Já o varejo, torna-se capaz de identificar os padrões de consumo de seus compradores. 

Você sabe como calculá-lo?

A fórmula é dada á partir dos valores de produtos vendidos, divididos por seu estoque médio em um período de tempo.

Observe o exemplo:

Uma empresa avaliará qual foi o giro de estoque do último trimestre, em que foram vendidas 2.000 unidades do produto X, possuindo um estoque médio de 100 unidades.

Giro de Estoque: 2.000/100 = 20 giros ao trimestre.

Outra situação que pode ocorrer é quando a empresa vende variedade de produtos, nesse caso o cálculo a ser realizado é o seguinte:

  • Estoque*: R$ 7.000,00;
  • Volume de vendas ao ano*: R$ 35.000,00;
  • Cálculo: 35.000/7.000 = 5 giros por ano.
*Para os valores de venda, considere os valores de compra do fornecedor.

Essas informações, são úteis também para o entendimento da saúde financeira da empresa.

2. Cobertura de Estoque

Estima a quantidade de dias que os itens estocados levarão para sair do estoque, á partir da realização das compras pelos Shoppers. Assim, a previsão quanto ao reabastecimento dos produtos torna-se praticável.

Nos setores varejistas, esse indicador demonstra o desempenho de vendas, enquanto na indústria, sua aplicação pode expressar o prazo de duração da matéria-prima utilizada. 

Aprenda o cálculo!

Esse cálculo considera a quantidade de produtos em estoque e a média de vendas. Essa, é igual ao número de itens vendidos dividido pelo número de dias.

Veja o exemplo:

Um supermercadista possui em seu estoque 120 produtos e pretende saber por quantos dias esses itens ficarão disponíveis. Tendo vista que a média de vendas é igual a 4,8 itens por dia, o cálculo será realizado da seguinte maneira:

Cobertura de Estoque: 120/4,8 = 25 dias

Além do varejo ou indústria entenderem se o produto ou matéria-prima cobrirão todas as demandas futuras, se haverá ou não necessidade de reabastecimento, acompanhar esse índice, é essencial para a organização da gestão dos estoques, auxiliando dessa forma a evitar perdas que possam causar problemas financeiros.

3. Ruptura

Ocorre quando o cliente não encontra o produto desejado em gôndola.

Uma situação como essa pode ocorrer devido a diversos motivos, dentre eles pode-se citar os seguintes:

  • A falta do “item” no estoque;
  • Problemas quanto a distribuição (atraso ou cancelamento);
  • Falta de reposição nas prateleiras.

Diante deste cenário, consumidores tendem a ficar frustrados, além de prejudicar os ganhos do varejo, que deixa de vender a mercadoria. Portanto, mapear a origem da ruptura auxilia na resolução do problema, evitando assim que ele volte a vir a tona.

 Além disso, a importância da disponibilidade de produtos se vincula diretamente ao fato de que 70% das decisões de compras são tomadas em frente a gôndola (confira mais informações em nosso infográfico).

Você sabe como calcular o índice de ruptura de estoque de sua operação? Veja o exemplo que separamos abaixo:

(Itens sem estoques/total de produtos da loja)x100

Digamos que sua loja possui um total de 150 itens, e desses existem 35 em falta.

(35/150)x100 = 23,3333%

O índice de ruptura de sua operação seria de 23,33%

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4. Sell-In

Esse indicador é medido considerando somente as partes que antecedem a venda ao consumidor final. Ou seja, une os fabricantes aos distribuidores.

Dessa forma, a venda é destinada aquele que irá oferecer os produtos ao cliente, no término do processo. 

Sendo assim, o fluxo nesta etapa ocorre da seguinte forma: a indústria supre proporcionalmente as demandas dos distribuidores segundo as projeções do varejo

As vendas da indústria para varejo geralmente se dão em grandes volumes, por isso, a relação entre os dois elos deve ser bem trabalhada e muito transparente, evitando prejuízos para ambos os lados.

5. Sell-Out

O Sell-Out diz respeito a venda para o consumidor final, é ele quem avalia as vantagens dos produtos e da negociação em si.

É apontado como aquilo que é vendido nas lojas, por isso sua tradução pode ser entendida como “vender para fora”.

A negociação ocorre em linha reta, ou seja, de empresas para pessoas comuns ,em outras palavras o B2C, e um exemplo encontrado facilmente são as compras realizadas “direto de fábrica”. 

Neste caso o varejo, por exemplo, deve ter uma preocupação quanto a disposição e oferta de produtos nos pontos de venda, facilitando e chamando a atenção dos clientes. Sendo que esse conceito também pode ser aplicado a indústria, na cadeia de suprimentos como um todo.

6. On-Time In-Full – OTIF

Esse indicador demonstra informações quanto ao processo logístico do produto, demonstrando se a entrega aconteceu no prazo e chegou até o varejo conforme as especificações solicitadas.

On-Time In-Full tem sua tradução relativa aos conceitos de pontualidade da entrega no local estabelecido e as características do pedido, como a quantidade correta sem haver danos nem substituições.

Pode ser dizer que esse é um dos indicadores chave da gestão de logística e para cadeia de suprimentos, pois ele mede a qualidade no processo logístico em várias frentes. Abaixo explicamos!

Veja como se desenvolve sua fórmula:

Inicialmente, é necessário relacionar os dois pontos distintamente.

Com esse propósito observe o histórico de entregas, considerando a quantidade total de entregas realizadas em determinado período, destacando o número de entregas completas e realizadas no prazo.

Veja o exemplo: se naquele mês a quantidade de pedidos era de 200, porém foram entregues 180 pedidos sem atraso, a taxa On-Time será igual a 0,9 (o resultado deve ser em porcentagem).

Em segundo lugar devemos analisar os pedidos completos entre as entregas feitas, se apenas 150 pedidos estavam corretos, a taxa In-Full obtida será de 0,75.

Com esses valores já calculados devemos multiplicá-los para encontrar o índice de OTIF:

OTIF: 0,9 x 0,75 = 67,5%

Considerando o exemplo a cima teríamos um baixo desempenho, já que as empresas buscam obter uma taxa acima dos 95%.

Essa métrica pode ser utilizada tanto por empresas B2B como para empresas B2C, ou qualquer operação que disponha de serviços de entregas para clientes.

7. Estoque Virtual

O estoque virtual é o registro de entrada e saída de produtos em um sistema. Realizado de maneira automatizada, otimiza a gestão de estoques, e por meio dele, é possível obter um cenário mais realista para compras e vendas.

O alinhamento com fornecedores também é facilitado quando o abastecimento de informações do estoque virtual é realizado corretamente.

É de extrema importância tomar cuidado no momento de registrar as entradas e saídas de produtos, por exemplo, evitar cadastros duplicados, erros no cadastramento de produtos, livram a empresa de vários problemas e prejuízos.

É de extrema relevância monitorar corretamente os registros de entradas e saídas de produtos, para assim evitar problemas que podem gerar prejuízos para a sua empresa. Dentre essas complicações, podemos citar como exemplo cadastros duplicados e erros na catalogação de produtos. 

Além desses cuidados, é essencial evitar a desorganização e mal gerenciamento, pois eles podem ocasionar erros na tomada de decisão, comprometendo a operação de seu varejo.

A falta de sincronia entre estoque físico e virtual, pode prejudicar o nível de serviço e entregas para os consumidores finais. Quando isso ocorre duas situações são percebidas:

👉🏼 Estoque virtual positivo x estoque físico negativo: aqui configura-se a ruptura de estoque, ou seja, o shopper acaba não encontrando a mercadoria desejada em gôndola, e o gestor, demora a solicitar a reposição do “item”, por entender que os produtos existem em estoque.

👉🏼 Estoque virtual negativo x estoque físico positivo: neste caso o cliente também não encontra o produto em gôndola, porém a mercadoria existe no estoque. E o gestor no que lhe concerne, entendendo que o produto não existe, acaba fazendo uma nova compra, comprometendo espaço de armazenamento por aumentar o volume de itens, além de provocar impedimentos para o giro de estoque.

8. Excesso de Estoque

Assim como a falta de produtos em estoque (Ruptura), uma quantidade excedente também pode ser considerada um problema, esse indicador demonstra que o fluxo de venda de determinado “item” está baixo, ocasionando a superlotação da mercadoria.

Os excessos de estoque refletem uma grande quantidade de capital imobilizado, ou seja, dinheiro parado. Isso gera grandes prejuízos para seu negócio, em função de custos associados a estrutura e manutenção para armazenar esses itens.

Esse problema pode surgir devido a uma gestão desqualificada que não se apoie aos demais indicadores para administrar o estoque.

 Geralmente surgem em consequência de mau planejamento ou pela falta de coordenação entre os diferentes elos da cadeia de suprimentos. Afim de eliminar isso, é preciso aplicar estratégias com foco na otimização de fluxos produtivos e distribuição.

9. Market Share

Também conhecido como “fatia de mercado” é tido como uma porcentagem que demonstrará a relevância da empresa em comparação com os concorrentes pertencentes ao mesmo segmento.

A “fatia”, ou seja, a quota que a empresa representa, é definida de acordo com sua colocação de importância, portanto quanto mais relevante for a empresa maior será a fatia de mercado que ela controla. 

Para realizar esse cálculo é possível ponderar dados distintos, como o faturamento ou valor de mercado. No entanto, um problema que dificulta a obtenção de valores próximos à realidade atual do momento dessa verificação, é a circunstância onde as informações atualizadas sobre o concorrente não são tão acessíveis.

10. Shelf Life

O “tempo de prateleira”, assim como é traduzido, pode ser descrito como um indicador que revela o período de vida útil para produtos perecíveis, isto é, determina o prazo de validade para comercialização dos itens antes de seu comprometimento. 

Quando uma mercadoria perde sua validade antes de a venda ser realizada acaba gerando prejuízos e perdas tanto para o varejo, quanto para a indústria. 

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Afinal, qual é a importância desses indicadores?

Como você deve ter percebido, os indicadores demonstram números, taxas e aspectos integrados diretamente ao o funcionamento do Supply Chain.

Caso não haja a interpretação correta de algum desses indicadores dentro do processo da Cadeia de Suprimentos a operação será comprometida, pois falhas irão ocorrer em alguma das etapas de sistematização.

Exatamente por esse motivo torna-se indispensável que os gestores sejam capacitados para atuar de forma eficiente na execução dos procedimentos, podendo também serem amparados por softwares que auxiliem diariamente, trazendo maior autonomia para a empresa durante o progresso das demandas de trabalho, o Indikatore SCM proporciona esse suporte.

Sobre a Indikatore

A Indikatore é especialista em sistema de gestão de abastecimento, demanda e estoques.

software Indikatore SCM, conta com módulos e funcionalidades que auxiliam em todas as etapas da Cadeia de Suprimentos e gestão de demanda.

Conte você também com módulos de compras e abastecimentos de loja otimizados, com a garantia de estoques equilibrados, previsões de vendas muito mais seguras e assertivas.

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